
TL;DR
Capital intelectual é o maior desafio para as organizações em 2026, segundo CEO da Think IT. O descompasso entre a velocidade das mudanças externas e a capacidade interna de adaptação afeta a competitividade e a inovação das empresas.
De acordo com o IT Forum, o capital intelectual permanece como o ponto mais sensível nas organizações, especialmente no contexto atual em que a velocidade das transformações externas supera a capacidade interna de adaptação. Marco Lorena, CEO da Think IT, destacou essa lacuna durante o painel “O RH em empresas B2B de tecnologia em 2026”, realizado no IT Forum Na Mata RH.
Capital intelectual refere-se ao conjunto de conhecimentos, habilidades, experiências e competências que os colaboradores possuem e que são essenciais para o desenvolvimento e inovação dentro das empresas. Segundo Marco Lorena, existe um descompasso significativo entre a velocidade com que o mercado e o mundo se transformam e a capacidade das organizações de absorver essas mudanças internamente.
Enquanto o ambiente externo sofre pressões intensas de governos, crises ambientais e conflitos globais, as empresas ainda enfrentam ciclos mínimos de um ano para implementar qualquer tipo de transformação. Essa diferença temporal representa um risco elevado para a sobrevivência e competitividade dos negócios.
No painel apresentado no IT Forum Na Mata RH, Lorena e Viviane Lusvarghi, head de People Experience da Think IT, discutiram como o setor B2B de tecnologia é afetado diretamente por essa lacuna. A necessidade de constante atualização e inovação exige que o capital intelectual seja constantemente renovado e protegido, mas os processos internos muitas vezes não acompanham essa demanda.
Essa situação cria um ambiente em que o conhecimento crítico para o negócio pode se tornar obsoleto rapidamente, além de aumentar a vulnerabilidade quanto à retenção de talentos e desenvolvimento profissional.
A principal consequência do descompasso entre o surgimento de novidades e a capacidade de absorvê-las é a redução da competitividade e da agilidade organizacional. Empresas que não conseguem atualizar seu capital intelectual correm o risco de perder relevância no mercado e de enfrentar dificuldades para inovar.
Além disso, essa fragilidade pode afetar diretamente a gestão de recursos humanos, já que o desenvolvimento e a valorização do capital intelectual dependem de estratégias eficazes de RH e de sistemas que apoiem o aprendizado contínuo e o engajamento dos colaboradores.
Para mitigar esse desafio, as organizações precisam investir em políticas de capacitação ágil e contínua, alinhadas às demandas do mercado e às tendências tecnológicas. Ferramentas de gestão de pessoas, como sistemas de controle de ponto e plataformas de desenvolvimento, podem auxiliar na organização e potencialização do capital intelectual, desde que sejam escolhidas com base nas necessidades específicas da empresa.
Softwares como Izeus Controle De Ponto e Pontovit são exemplos de soluções que podem colaborar para a gestão eficiente do tempo e do desenvolvimento dos colaboradores, fundamentais para a valorização do capital intelectual.
Em resumo, o fortalecimento do capital intelectual demanda uma integração entre liderança, tecnologia e práticas de RH inovadoras para acompanhar o ritmo acelerado do mercado e garantir a sustentabilidade dos negócios.
Fonte: https://itforum.com.br/noticias/capital-intelectual-sensivel/
Veja mais: https://portalsoftware.com.br/noticia
Capital intelectual é o conjunto de conhecimentos, habilidades e experiências dos colaboradores que agregam valor à organização.
Porque há um descompasso entre a rapidez das mudanças no mercado e a capacidade interna das organizações de absorver e aplicar essas mudanças.
A falta de atualização do capital intelectual pode reduzir a capacidade de inovação e adaptação, comprometendo a competitividade e sustentabilidade do negócio.
Investir em capacitação contínua, utilizar ferramentas de gestão de pessoas e alinhar processos internos às demandas do mercado são estratégias essenciais.
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