
TL;DR
A reforma do Código de Trânsito Brasileiro, prevista para votação em julho de 2026, propõe a maior atualização legislativa desde 1997. O projeto altera 63 artigos, incluindo mudanças na habilitação, fiscalização e regulamentação de novos modais como bicicletas elétricas e veículos autônomos, buscando maior segurança e adaptação às novas tecnologias no trânsito.
De acordo com o Jornal Contábil, a reforma do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) pode representar a maior mudança na legislação de trânsito desde sua promulgação em 1997. O projeto, que altera 63 artigos da lei atual, tem votação prevista para julho de 2026, movimentando especialistas, órgãos de trânsito, autoescolas e entidades do setor.
A votação na Comissão Especial da Câmara dos Deputados foi adiada para o dia 7 de julho de 2026, em razão de pedido de vista feito por parlamentares. Caso seja aprovada, o plenário da Câmara analisará o projeto no dia seguinte, 8 de julho. Posteriormente, a proposta seguirá para apreciação do Senado Federal.
A reforma do Código de Trânsito vai além da emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O texto inclui alterações importantes para todos os condutores, mesmo aqueles que já possuem habilitação há muitos anos. Entre as principais mudanças estão:
O trânsito brasileiro tem se transformado rapidamente com o surgimento de novas tecnologias e modais de transporte, enquanto a legislação vigente não acompanha essas mudanças. O projeto busca preencher essa lacuna, garantindo mais segurança e eficiência nas vias. Além disso, o relatório destaca o alto número de mortes no trânsito como justificativa para a adoção de critérios mais rígidos em exames de habilitação e avaliações periódicas.
Se aprovada, a reforma poderá alterar significativamente a rotina dos motoristas, influenciando desde a forma de obtenção e renovação da CNH até a fiscalização e circulação de veículos. A introdução de regras para modais modernos e a exigência de avaliações mais rigorosas refletem a preocupação com a segurança viária. A implantação das mudanças ocorrerá de forma gradual, porém exigirá que condutores e órgãos se adaptem às novas normas.
É fundamental acompanhar a tramitação do projeto, pois durante essa fase ainda podem ocorrer alterações no texto. Após a aprovação na Câmara e no Senado, o projeto seguirá para sanção presidencial. As discussões em audiências públicas e o envolvimento da sociedade civil são importantes para o aprimoramento final da legislação.
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A votação na Comissão Especial da Câmara está marcada para 7 de julho de 2026, seguida pelo plenário em 8 de julho.
Tanto novos condutores quanto motoristas habilitados há anos serão impactados pelas mudanças propostas.
Mudanças na CNH, inclusão de novos modais como bicicletas elétricas e veículos autônomos, avaliação psicológica periódica e revisão da fiscalização eletrônica.
Para atualizar a legislação às novas tecnologias e modais, além de aumentar a segurança viária diante do elevado número de acidentes.
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