
TL;DR
Uma pesquisa divulgada em setembro de 2026 mostra que 76% das empresas gastam mais de 70% do orçamento de TI na manutenção de sistemas legados. Isso limita investimentos em inovação e modernização tecnológica, destacando a necessidade de estratégias para reduzir esses custos e promover a atualização dos sistemas.
Segundo levantamento divulgado em 18 de setembro de 2026, 76% das empresas destinam mais de 70% da verba de Tecnologia da Informação (TI) para a manutenção de sistemas legados. Essa realidade revela um cenário preocupante para a inovação e a eficiência operacional nas organizações.
Sistemas legados são softwares ou infraestruturas antigas que ainda suportam processos essenciais, mas demandam altos custos de manutenção. Muitas vezes, essas plataformas foram desenvolvidas há anos e não acompanham as evoluções tecnológicas, o que gera desafios para as áreas de TI.
O investimento elevado em sistemas legados ocorre porque essas soluções ainda sustentam funções críticas dentro das empresas. A substituição ou modernização desses sistemas exige planejamento complexo, alto investimento financeiro e riscos operacionais, o que leva muitas organizações a priorizarem a manutenção em vez da atualização.
Além disso, a integração com outras plataformas e a dependência de processos históricos dificultam a migração para novas tecnologias, contribuindo para a alta fatia do orçamento de TI destinada à sustentação desses sistemas.
O estudo indica que, ao alocar mais de 70% dos recursos em manutenção, as empresas comprometem significativamente o orçamento disponível para iniciativas inovadoras, como a implantação de sistemas modernos e soluções digitais que poderiam aumentar a competitividade.
Com essa proporção de gastos, os departamentos de TI enfrentam limitações para investir em projetos estratégicos, adotando tecnologias emergentes e melhorando a experiência do usuário final.
Especialistas indicam que as organizações devem avaliar a viabilidade da modernização gradual de seus sistemas legados, adotando estratégias como:
Essas ações podem permitir uma migração mais segura e econômica, liberando recursos para inovação e crescimento.
Ferramentas e sistemas modernos, como os oferecidos por empresas especializadas em gestão empresarial, geralmente oferecem funcionalidades que facilitam a integração com sistemas legados ou a substituição gradual deles. Por exemplo, soluções como Gdi Sistemas e Geous Sistemas podem ajudar a otimizar processos e reduzir a dependência dos sistemas antigos. Contudo, é fundamental que as empresas confirmem com os fornecedores as funcionalidades específicas antes de realizar qualquer contratação.
O desafio de equilibrar os gastos com sistemas legados e o investimento em inovação é uma realidade que exige planejamento minucioso e análise estratégica para garantir a sustentabilidade tecnológica das empresas.
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Sistemas legados são softwares ou infraestruturas antigas que ainda suportam processos essenciais nas empresas, mas apresentam limitações tecnológicas e altos custos de manutenção.
Muitas organizações mantêm sistemas legados porque eles sustentam funções críticas e a migração para novas tecnologias envolve riscos, custos elevados e complexidade.
Gastar mais de 70% do orçamento de TI em manutenção reduz os recursos disponíveis para inovação, dificultando a adoção de novas tecnologias e a melhoria dos processos.
Estratégias como a modernização gradual, reengenharia de processos, adoção de soluções modulares e capacitação da equipe de TI podem ajudar a diminuir os custos e melhorar a eficiência.
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